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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

A mendicância nas redes sociais



A busca por atenção está extrapolando os limites do bom senso e chega à beira do ridículo.


Curioso que de uns tempos pra cá as pessoas estão mais sedentas por atenção nas mídias sociais como nunca. O que se ver são "publicações patrocinadas" de pessoas que não oferecem nada além de um "look do dia" ou de um "corpo de academia", padrãozinhos impostos por elas mesmas.

De fato, hoje as redes sociais viraram um verdadeiro comércio, onde se oferece quase de tudo. Aquela interação entre amigos, aquelas curtidas, compartilhadas e comentadas estão perdidas entre os digital influencers, lojas e pessoas que patrocinam suas fotinhas em busca de seguidores/likes para futuramente ganhar algo em troca, nem que seja apenas admiradores.

As relações interpessoais estão cada vez mais distantes do mundo real. Aquela conversa séria que você tinha frente a frente com seu amigo virou um áudio de 5 minutos. Aquele compromisso virou "ok". E pior, aquelas deliciosas declarações de amor ou amizade viraram coraçõezinhos ou memes. Daqui à pouco o sexo será apenas a masturbação via vídeo chamada, pois estarão com preguiça de sair de casa para se encontrar -
se bem que isso já acontece desde o finado MSN Messenger.

Sou, confesso, um usuário de mídias sociais, mas tento diariamente me policiar para não entrar nesse mundo e esquecer que um abraço real é uma das coisas mais gostosas de fazer/receber, um olhar atencioso para um amigo quando o mesmo está precisando de alguém para ouví-lo, e até umas risadas despretenciosas de tanto falar besteira como se não houvesse amanhã. Sim, eu gosto e prezo isso.

Caminhamos para um mundo cada vez mais individualista, depressivo e desequilibrado, onde a tela do 'espertofone', do laptop ou da tela que for vai ser a única forma de contato entre as pessoas - por conta também do excesso de violência urbana e outras mazelas que estão cada vez piores, fazendo muitos desistirem de sair de casa. Mas isso não justifica o isolamento, enfim.


Prefiro acreditar naquele clichê confortante que diz "a esperança é a última que morre", ou seja, vamos tentar fazer a nossa parte para que ela  - a esperança - não fique sozinha, depressiva e se suicide por conta do abandono.




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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Mundo é de todos e não é de ninguém





Com o avanço da tecnologia, as redes sociais vieram pra ficar e não vão parar de surgir quem queira aparecer de qualquer jeito. E não testou falando de exibicionismo corporal, pois isso já existe desde que inventaram as revistas de moda. Falo do exibicionismo de opinião.

Sim, o grande mal do século é o uso excessivo das palavras, que é inversamente proporcional à falta de leitura de conteúdo, da procura pela informação coesa, correta e, sem esquecer, a perda do respeito pelo próximo.

É notório o escracho verborrágico das pessoas em detrimento da ridicularização, da “zoeira sem limites” que beira a insanidade. Entenda que nem sempre o outro lado está a par, ou se está, as vezes não é por vontade própria.

Voltando ao assunto, criticar antes de entender a situação de fato se tornou tão banal, que quando há um esclarecimento do ocorrido, já não importa mais, uma vez que ninguém quer saber mais, já virou notícia velha.

É isso que acontece hoje em dia: tudo tão efêmero, que a ânsia pelo novo parece mais uma competição num campo de guerra, ao invés de observar, analisar, procurar entender o ensejo como um todo e, aí sim, tirar suas conclusões e opiniões.

Ninguém quer saber o que realmente aconteceu. Hoje, quase todos querem ser editores-chefes das redes sociais, sem o menor pudor, pois estão protegidos atrás da tela, usando de um senso crítico pejorativo e sagaz, enchendo o peito de orgulho, como se isso fosse uma qualidade ímpar. E ai de quem se opor!

Essa nova geração, salvo poucos que preferem não se encaixar nesse nicho de massa que teima em não crescer intelectualmente/culturalmente, vai se degradar a tal ponto que não se pode nem prever como isso pode impactar em nosso dia-a-dia.

Só nos resta... ter esperança?

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quarta-feira, 30 de março de 2011

Ferramentas Difíceis



Certa vez me perguntaram como se faz para encerrar uma conta no hotmail. Eu não uso hotmail há muitos anos por isso. Ninguém encontra a ferramente de 'encerrar conta'... ¬¬ 

PS: minha finada conta do hotmail foi encerrada por falta de uso após 180 dias... isso mesmo, seis meses! Foi a única forma de me livrar. E olha, esse recurso funciona até hoje!)


A Microsoft tem um medo da concorrência que dificulta ao máximo aos clientes o acesso a essa ferramenta fazendo com que muitos desistam e continuem usando por comodismo. 

O Hotmail tem uma das piores interfaces de uso. Não salva as mensagens enviadas e tem um lay out confuso. Coisas de nerd que gosta de dificuldades. Somos usuários comuns e gostamos de praticidade, não é?

Em contrapartida, o YahooMail e o Gmail cresceram no mercado por utilizarem ferramentas simples e lay outs de fácil execução. Só que o povo (povão mesmo, sem demagogia) acha que não pode usar o tão querido programa de conversa virtual MSN se não tiver uma conta cadastrada no Hotmail. Ledo engano! Você pode  sim cadastrar qualquer conta de e-mail para usá-la como msn. 


Sem falar na comodidade de usar o e-mail com a interface de sua preferência sem precisar virar escravo do sistema Microsoft Hotmail. ¬¬ ... 

PS II: Nem tudo gira em torno do msn. Infelizmente a popularidade dele foi maior, pois foi o primeiro a fazer propaganda em massa na própria Internet.


Sempre fui fã do Yahoo!Mail... (sem merchandising... é opinião própria mesmo) desde os antigos lay outs que, embora simples, sempre foram de fácil execução. 

Até quando quis cadastrar um novo e-mail com o domínio  @yahoo.com (isso mesmo, sem .br) e tive problemas de finalização, informei ao suporte do problema e me responderam com toda a atenção. Em duas semanas estava de e-mail novo cadastrado e com o domínio que eu queria.

Agora a Microsoft 'atualizou' suas plataformas de uso do msn...  com o tal do Live Essentials. Sinceramente fique mais confuso ao baixar a última essa versão para uso do msn. O que eu queria ficou em segundo plano. Era mais merchan do que o que eles propuseram. Resultado: tive que desinstalar essa porra versão nova e voltar para a antiga, senão não teria mais como entrar em contato com meus contatos queridos com tanto malabarismo.

Não! Não é nenhuma campanha para abandonar o hotmail, nem o msn. Apenas saibam que há outros programas de conversas (Google Talk, Yahoo! Messenger, Skype, Facebook Talk, Voip, etc) e que você não precisa ficar dependente achando que não vai encontrar outro programa igual ou similar ao MicroSoft Messenger. 

Igual mesmo não vai ter, isso é fato. Mas a concorrência está aí para isso, mostrando que há outras formas, outras possibilidades... e por que não experimentá-las também?

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terça-feira, 8 de março de 2011

Reflexão Virtual




As vezes quem lê esse blog pensa: que cara doido, oscilante, não sabe o que quer da vida ou até mesmo parece ser depressivo, ou irritado com o mundo, sei lá...

Blogs existem para isso! 

Penso que aqui é como se fosse meu 'quarto de despejo'. Onde tudo - ou quase tudo - que me vem na cabeça é exposto. 

Vez ou outra dou uma lida nos meus textos antigos  (sim, eu faço isso) e reflito se era realmente aquilo que eu queria dizer ou se era apenas um momento emotivo da ocasião. Posso até confessar que alguns textos foram sim de desabafo emocional,  outros tantos foram bem críticos, mas a maioria foram textos casuais, de cotidiano mesmo.

Dia desses assisti o tal filme que surpreendeu no Oscar nesse  ano de 2011: A Rede Social. De fato esse filme tem umas sacadas interessantes sobre nosso comportamento nesse  vasto mundo do World Wide Web e como algumas consequências podem ser ruins se você não usar a rede  mundial de computadores a seu favor.

Me arrependo de alguns textos infelizes? Sim, talvez... as vezes o arrependimento nos faz pensar melhor em certas atitudes tomadas do calor da emoção. Claro que nem sempre os resultados foram positivos, mas não é tentando que se consegue? 

Pois pois pois...

Sem me alongar, finalizo aqui refletindo sobre o que pode ser bom ou ruim aqui na Internet... e quer saber? Tudo depende do ponto de vista de quem escreve, assim como também de quem for ler.

Então, pense muito - ou não - antes de escrever algo... o resultado pode te surpreender. 

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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Relações Pessoais Virtuais



Precisamos tanto das pessoas que esquecemos que elas podem ter um significado em nossas vidas. As vezes me pergunto: para quê existem tantas redes sociais, se a interação de fato mal existe?

Para ser "o cara" nesse meio você precisa ser irônico, irreverente, falar mal de alguém ou fazer algo que desperte a atenção das pessoas, no caso, os seguidores, os adicionados. E por que não interagir com pessoas 'normais', sem grandes acontecimentos ou histórias mirabolantes?

É... só que o novo sempre desperta curiosidade. As vezes é uma foto legal (quase sempre photoshopada) ou ela pertence a um nicho que você admira ou tem vontade de entrar/participar. Mas muitos perdem o encanto ou enjoam da 'novidade' depois que entram/participam dela. 

Aí é que tá! A insatisfação é inerente ao ser humano. Ele sempre quer mais, algo que o preencha, satisfaça, motive. Poucos são preguiçosos e se acomodam com qualquer coisa, mas a maioria quer sempre mais, principalmente essa Geração Y que vive ligada no 220v.

Tá, eu sei, muita gente usa essas redes sociais apenas para business... mas aqui a conversa é outra: interação pessoal mesmo.

Às vezes me questiono se a pessoa que participa da minha rede social - seja ela qual for - está lá apenas para visualizar minhas fotos, agenda ou só bisbilhotar mesmo. Sempre no começo da interação tem aquela vontade de conversar, de saber o que faço, deixo de fazer, planos, etc. Vêm os elogios, as críticas, sugestões, blá blá blá. E quando termina de 'sugar' tudo o que quer, desaparece feito gafanhoto em busca de outras fontes para se saciar.


PS: É, já me senti como uma folha sendo devorada por gafanhotos... depois ter que me recompor aos poucos e ainda me segurar no galho para não ser arrancado pelo vento. 

Já ouviram falar na palavra manutenção? Pois é. Seja o que for que você tenha - goste - e ao mesmo tempo quer que seja duradouro, vai precisar fazer - sempre - uma manutenção para que continue sendo útil e lhe fazendo bem. No caso aqui, são interações entre pessoas. Manter uma política de boa vizinhança é bom, válido, mas manter uma relação real de contato é muito melhor do que só ficar no "oi".

Escolha aonde você quer ficar...


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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Redes Sociais, Trabalho e Eleições 2010



As redes sociais hoje são responsáveis por nos darem rapidez sobre tudo o que acontece no mundo, ainda mais em época de eleições como agora. Claro, devemos sempre apurar o que se divulga, pois nem tudo é aceitável. Essas redes sociais, populares mundo afora, no Brasil acabam atrasando (dizem) e prejudicando no rendimento durante a jornada diária de trabalho. Será? Em alguns casos, não.

Bom senso, produtividade e maturidade para saber encaixar uma fugidinha, uns 5, 10 minutos de ‘relaxamento’ para fuçar a vida social própria e dos contatos adicionados não faz mal a ninguém, uma vez que não substitua as 8 horas de trabalho, não vejo mal nisso.

O grande sucesso do momento é o vicioso Twitter. Pessoas comuns, celebridades e pseudos, artistas, jornalistas, blogueiros, músicos, enfim... uma grande número de pessoas de todos os tipos e classes sociais aderiram ao passarinho azul. Mas por que esse sucesso todo? A ‘proximidade’ que o Twitter traz os artistas às pessoas comuns é tamanha que, em certos casos, há uma interatividade saudável, mesmo uma crítica ou uma palavra mais incômoda, o que muitos levam numa boa e não enfrentam grandes estresses, por terem sempre cuidado ao expor o que fazem/pensam em 140 caracteres.

Mas essa interação tem um preço. Em campanhas eleitorais, muitos candidatos “te seguem” ou “te adicionam”, interagindo – ou não – com você. Eles querem/precisam ser vistos. E, como ocorre a cada dois anos, após o dia da eleição, eles vêm, agradecem e depois somem como quase sempre fizeram e acabam se tornando praticamente inacessíveis. Isso é fato.

O que me incomoda é que: seguimos, aceitamos os convites... às vezes somos obrigados a ler suas postagens. Porém eles só interagem quando é conveniente.

Como bom utilizador das redes sociais, não chego a ser viciado a ponto de depender delas. Claro, as elas nos ajudam a manter contato com pessoas distantes, ou mesmo em nossa cidade, mas por termos vidas corridas, o contato pessoal torna-se difícil, assim como fazer novas amizades e contatos que possam entrar num campo profissional.

Tento ser eu mesmo sem me expor ao extremo, pois embora tenham pessoas muito bacanas nesses locais, sempre há um grupo que não tem nada a perder e vai agir de má fé para prejudicar quem quer que seja, por inveja, desdém ou por maldade mesmo.

Se sua empresa bloqueia o acesso às redes sociais, paciência. Nem todas as gerências têm a visão de que uma boa dosagem de mídia pode beneficiar a elas mesmas e desestressar seus funcionários. Mas repito: o bom senso é sempre a melhor opção na hora de navegar por elas. Controle seu tempo. Afinal, os 15 minutinhos do cafezinho também servem pra isso.

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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

#FestivalMixBrasilAC



Festival de cinema e vídeo da diversidade sexual traz 3 dias de filmes, debates e festas para Rio Branco.



O Festival Mix Brasil de Cinema e Vídeo da Diversidade Sexual é a maior mostra de filmes LGBT da América Latina. E pela primeira vez ele chega a Rio Branco, nos dias 27, 28 e 29 de agosto, no Theatro Hélio Melo e na Filmoteca Acreana, trazendo os filmes de sua 17ª edição. Junto ao festival, acontece uma grande festa de abertura, debate com o realizador do Festival, o jornalista André Fischer, além de um bazar.



Realizado todo ano na cidade de São Paulo, o Festival Mix Brasil passa por várias cidades do Brasil, com uma grande mostra de filmes nacionais e internacionais que abordam acima de tudo o respeito e a igualdade entre todos. O festival apresenta anualmente mais de 200 filmes de vários países, com formatos e gêneros variados, mas sempre com temas relacionados à diversidade sexual. Em Rio Branco, serão 3 longas metragens e 11 curtas metragens.



Desde a sua primeira edição, o Festival também é responsável por promover o cinema brasileiro, apresentando curtas-metragens em mais de 30 festivais de cinema em todo o mundo. Para se ter uma ideia do tamanho do Festival Mix Brasil, em 2009, cerca de 25 mil pessoas participaram das sessões de cinema e festas promovidas durante o evento em São Paulo.



"Faz muito tempo que tentamos trazer o festival, e não queremos que seja um evento exclusivo para o público LGBT. Todos estão convidados para participar, a população em geral e apreciadores do cinema de várias partes do mundo, além de estudantes", conta Andryo Amaral, um dos organizadores do evento no Acre.





Bate papo com André Fischer



André Fischer é jornalista, escritor e DJ. É o criador do portal MixBrasil, o maior site de informações e cultura popular englobando os diversos setores que formam a comunidade LGBT do Brasil. O portal Mix Brasil segue o padrão do mercado, atendendo a uma gama de interesses, dentre outros, notícias nacionais e internacionais, política, ativismo, relacionamentos, família, religião, esportes, saúde e entretenimento. André é também editor-chefe da revista Júnior, a mais importante atualmente do segmento no Brasil com 3 anos de existência e conhecida do público.

Ele é o idealizador e co-diretor do Festival Mix Brasil de Cinema e Vídeo da Diversidade Sexual, que chega a sua 18º edição em 2010 e que se tornou o maior festival de diversidade sexual da América Latina, reconhecido como um importante projeto de cinema alternativo do Brasil.

André escreveu seis livros, entre eles, "Dicas de Sexo Para Mulheres Por Um Homem Gay", "Sozinho na Cozinha", "Almanaque de Banheiro", entre outros. O bate papo com o jornalista acontece no dia 27 de agosto, às 19 horas, no Theatro Hélio Meloa, abrindo o Festival. Haverá livros do autor à venda e sessão de autógrafos.



Celebrando a Igualdade

Seguindo a tradição, o Festival Mix Brasil possui festas durante sua realização, mesmo sem um formato específico. Para o Acre, está programada a festa "A Igualdade é Branca", baseada em um dos nomes da Trilogia das Cores do cineasta polonês Krzysztof Kieslowski (A Igualdade é Branca, A Fraternidade é Vermelha e A Liberdade é Azul).



Para a festa acreana foi escolhido o slogan da revolução francesa: liberdade, igualdade e fraternidade. "Será uma festa com decoração e trajes brancos porque o branco é a união de todas as cores, ou seja, subjetivamente remete à bandeira colorida LGBT", conta Surama Chaul, uma das organizadoras do Festival no Acre. Festa ‘A Igualdade é Branca' dá boas vindas do Festival na boate Excalibur a partir de 23h59 do dia 27/08 e com decoração temática. Ingressos antecipados: R$ 15,00 a venda na Livraria Nobel e Afa Hotel até às 18h do dia 27/08. Na bilheteria à partir das 23h00: R$ 40,00 e R$ 20,00 (estudantes) Atrações: abrindo a noite com o Dj Paulo Vico [AC], em seguida entram os Dj's Fernando Mouchas e Alê Nascimento [Blue Space - SP] e apresentação da Drag Queen Desireé [RJ], cover oficial da cantora Cher no Brasil.

O Festival Mix Brasil de Cinema e Vídeo da Diversidade Sexual é uma realização independente dos jornalistas Surama Chaul, Andryo Amaral, Moisés Alencastro e do cineasta Sérgio de Carvalho. Patrocínio de Unimed, Star Motors, Fiat Comauto, Pepsi/AC, Biau Som, Rizzo's Turismo, Clara's Tur, Livraria Nobel e Pop Show Eventos. São apoiadores o Governo do Estado, através da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, Fundação Elias Mansour e a Coordenação de DST e Aids, além das empresas Copiart, VT Publicidade, Afa Bistrô e Ibiza Turismo.

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Movimento Dois Mil É Dez!




O que 2010 vai trazer de bom pra você?

Ops, não só pra você, pra mim, pro país, pro povo desse planeta? É o que todos os participantes desse movimento querem saber. Tá, recebi o convite meio em cima da hora, mas tá valendo. Traduzindo, entrei também no "Movimento Dois Mil É Dez!", onde cada blogueiro expõe suas expectativas sobre esse novo ano.

Para fazer parte do Movimento é simples: basta copiar o selo deste post e escrever o seu. A data para a postagem é dia 19 deste mês de dezembro, sábadão.

Confirme sua participação nos comentários do blog Grama Azul [lá é o canal]. No final do mês, todos os blogs participantes serão linkados no blog Grama Azul.

Ei você! Participe também divulgando o otimismo entre os blogueiros!!!



Idealizado pelo blog Grama Azul


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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Classifique




Estava olhando umas listas estranhas na Internet e me deparei com uma pergunta: por que fazem sempre as listas dos 10, 25, 50, 100, 500 e 1000 melhores "alguma-coisa" da atualidade ou de todos os tempos? Sempre números inteiros. ¬¬


PS: deveria ser uma coisa mais original, tipo os 47 melhores adesivos de chiclete! ou os 27 piores mousepad's. Tá, viajei!


A revista Forbes, por exemplo, a cada período, faz uma lista dos mais ricos, as vezes dividindo em categorias, famosos, empresários, homens, crianças, etc e tal. ...Blargh!

Tem lista de tudo o que é jeito. O mais curioso é que há gente tosca profissionais só para isso. E eu me pergunto mais uma vez: que critérios eles colocam para classificar alguém em alguma coisa? O que os caracterizam fodões superiores?

Dias atrás eu estava lendo as lista dos 100 melhors DJ's do mundo e não tinha nenhum brasileiro lá. Nenhumzinho, poxa!!! Agora, os responsáveis pela lista esqueceram propositalmente não pesquisaram sobre os dj's tupiniquins e latino americanos. Temos excelentes produtoes e remixers na Améria Latina e Brasil. Quem sabe eles tiveram a certeza pensaram que aqui não tinha profissional à altura. Hein?? Hein?? Sei...

Numa postagem mais antiga, fiz uma lista das 25 melhores músicas da Madonna. Mas meu critério foi baseado em pesquisas na internet, também sobre a popularidade das músicas, das execuções em rádios, em shows, venda de álbuns, etc, etc ,etc e blá-blá-blá. Não foi tendencioso, mas achei que foi bacana e não quis direcionar ninguém para gostar somente dessas 25 músicas ou reclamasse que faltou essa ou aquela - foi apenas um informativo. Agora, citar pessoas assim porque, sei lá, eu acho que vai ficar legal o nome na lista é no mínimo non-sense.

Lista de filmes, músicas, personagens, seriados... bacana! Aceitáveis. Mas fazer uma lista de pessoas? ¬¬

Posso estar falando merda bobagem. Mas quando vejo listas onde há nome de pessoas, por terem feito isso ou aquilo, penso que quem as criou não tinha nada melhor pra fazer.

Por isso que fico 'cabreiro', desconfiado mesmo quando vejo uma lista de classificação, pois quem a faz, na maioria das vezes privilegia sempre o que lhe é conveniente.



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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Objetos Anônimos Não Identificados



Todo blogueiro se sente feliz quando aparecem comentários, sejam positivos ou negativos, claro, todos com relação aos textos publicados e sempre identificados.

Pessoas, uma coisa que irrita é o comentário anônimo depreciativo!

Não sou obrigado a publicar uma crítica (ainda mais sendo negativa) de um objeto-anônimo-não-identificado.

É muito cômodo criticar, falar mal por não ter gostado do teor, da forma da escrita, das expressões usadas, ou mesmo do contexto apresentado. Não sou jornalista formado. Apenas uma pessoa comum que gosta de expor suas idéias, sejam elas erradas ou não. Mas dou minha cara a tapa para as críticas, uma vez que as observo e filtro o que pode me servir para melhorar na forma de abordar assuntos diversos. Agora, receber crítica e não saber de onde vem? No way!

Não me escondo atrás de uma identificação anônima!

Também não preciso de ibope, pois gosto dos visitantes cativos e até dos aleatórios que as vezes lembram que tem um cantinho para ler sobre qualquer coisa que possa ser interessante. Aqui é o meu cantinho! Então, anônimos, suas críticas vão ficar no vazio.

Termindo aqui com um clichê que no geral funciona que é uma maravailha:

"Sua inveja faz o meu sucesso!"

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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Sotaques





Todos sabemos que vivemos num país de dimensões continentais. Temos inúmeras culturas, comportamentos, manias, vícios de linguagem e sotaques. Como cada região sempre há migrantes de outros Estados, sejam da mesma região, sejam de outras, a mesclagem disso tudo resulta em novas formas de comportamentos e atitudes. A televisão tem parte nisso em igualar algumas coisas, como ditar moda e alguns jargões bobos, inventados nas novelas que caem no gosto popular.

Uma coisa que me chama muito a atenção é a questão do sotaque. Temos cinco regiões, porém muito mais do que cinco sotaques. Aqui no Acre, no caso a capital Rio Branco, temos um sotaque peculiar, com um chiado discreto e algumas entonações vindas da colonização por parte de migrantes do Ceará que se estabeleceram aqui desde a época de ouro da extração do latex [matéria prima da borracha]. Mas mesmo assim temos uma mistura de sulistas, tanto do interior de São Paulo, como também do Rio Grande do Sul, que se instalaram no interior e muitos deles hoje são grandes fazendeiros anônimos.

Nota-se a diferença de entonações de acordo com a região da capital. Embora aqui não seja uma cidade de grandes proporções, somos um pouco cosmopolita, uma vez que se você frequentar os bairros mais humildes acaba observando que as pessoas têm um sotaque mais forte, carregado e com vícios de linguagem que prejudicam o entendimento. E o mais engraçado deles é a rapidez nas frases. Falar pausado? Nem com lexotan! Já trabalhei numa empresa onde um motorista falava tão rápido que eu sempre pedia duas ou três vezes para ele repetir, e mesmo assim eu não filtrava direito o que ele queria dizer, resultando que minha dedução nem sempre era válida sobre o que ele expôs. ¬¬ Mas isso não é regra, pois educação e bom senso não escolhe classe social.

Por quê?
Explico...

Esses vícios de liguagem e entonações mais fortes não são "privilégio" das camadas menos favorecidas. Em ambientes mais diferenciados, nota-se em uma ou outra pessoa algo carregado e as vezes irritante, pois alguns gostam de alterar a voz para chamar a atenção, como se voz alta fosse sinônimo de status. E você olha com aquela cara de "ah, eu mereço isso". Fazer o quê? Pior são os nascidos e criados aqui no Acre, que têm o conforto e a disponibilidade de viajar com frequência e, mal passam uma semana no Rio de Janeiro ou no Campinas [interior de SP], voltam com sotaques dessas regiões, como se fossem nascidos lá. Seria trágico se não fosse cômico. Nessas horas dá vontade de falar um palavrão: POXA!

Saindo um pouco do extremo oeste e dando uma volta rápida pelo país, observamos que em cada região, há diferenciamento de sotaques. No Nordeste por exemplo. Lá no Ceará você ouve um tipo de palavriado e entonação completamente diferente da Bahia. Já Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe já têm um pouco de semelhança, talvez pela proximidade dos Estados e respectivas Capitais.

No Centro-Oeste, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás usam o "R" com um ar interiorano - capiria mesmo, diferente do Distrito Federal, onde usam um "R" mais seco. Escute Legião Urbana que você nota as palavras bem explicadas do Renato Russo e sem entonação, como os paulistanos do CPM-22!

No Sudeste, Minas Gerais é o mais diversificado. Em Belo Horizonte o sotaque explicadin é bem notado, mas no interior não se pronuncia palavras até o final. É muito curioso. Rio de Janeiro chia feito panela de pressão molenga e a entonação dá um ar de arrogância, mais notado ainda na capital. São Paulo, a cidade mais cosmopolita da América do Sul, ainda se nota as diferenciações dos nativos nascidos na capital para o interior do Estado. Brinca-se lá que sotaque com "R" dobrado e preguiçoso é caipira. Isso sem falar no jeito sigular dos paulistas e paulistanos de engolir o "S" nas palavras em plural. Está duvidando? Preste atenção nas estrevistas do Lula [embora seja de origem nordestina, reside há muitos anos em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo]. Espírito Santo mistura um pouco do RJ, MG e BA, uma vez que fica "encolhido" entre os três Estados.

No Sul, região mais bairrista de todo o país, a colonização européia dominou a etnia e dividiu a forma de falar da região nos três Estados. Se bem que Paraná e Santa Catarina têm um pouco de similaridades, porém com gírias e vícios de linguagem distintos - todos conhecem a expressão "leitê quente que dói nos dente". Já o Rio Grande do Sul segue uma mistura com pronúncias bem feitas das palavras, mas com uma certa cantoria que eles negam ter. Né? Bah, guri!

E, finalizando esse passeio, retorno para a Região Norte, começando por Rondônia, colonizada por paranaenses que ajudaram o Estado a se desenvolver, mesclando a regionalidade nortista com o forte sotaque sulista. Pará e Amapá são próximos e chiam mais que panela de pressão. As vezes penso que a Xuxa, embora gaúcha, chia como Paraense, poix o carioquêix dela é forxado demaixxx. No Amazonas encontramos chiados sim, mas sem o explicadjiênhou do Pará - peça uma galhiêinha caipira em qualquer restaurante lá que você será bem atendido e entendido! Roraima [leia-se Roráima] acaba sendo influenciada pelo Amazonas, uma vez que não há outra saída para o resto do país, somente pelas fronteiras estrangeiras. E uma coisa é certa... todos os Estados da Região Norte têm um forte tom anasalado.

Ei machorréi!
Essa volta aê me deixou zonzo demais da conta, meu rei.
Barbaridade, tá einteindeindo?

Vazei !!!!






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sexta-feira, 31 de julho de 2009

40 questões para libertar sua mente




  1. Quantos anos você se daria se não soubesse quantos anos tem de verdade?
  2. O que é pior, falhar ou nunca tentar?
  3. Se a vida é tão curta, por que fazemos tantas coisas que não gostamos e gostamos de tanta coisa que não fazemos?
  4. No final das contas, quando tudo estiver dito e feito, terá você dito mais do que feito?
  5. O que você gostaria de mudar de imediato no mundo?
  6. Se a felicidade fosse a moeda principal, que tipo de trabalho o deixaria rico?
  7. Você está fazendo o que acredita ou está acostumado com o que está fazendo?
  8. Se a expectativa média de vida fosse de 40 anos, como você viveria sua vida?
  9. Em que nível você realmente controla o curso da sua vida?
  10. Você está mais preocupado em fazer certo as coisas ou fazer as coisas certas?
  11. Se você pudesse oferecer um único conselho a uma criança, o que seria?
  12. Você já viu insanidade onde antes havia criatividade?
  13. O que é que você sabe que faz diferente das outras pessoas?
  14. Por que as coisas que lhe deixam feliz não deixam todos felizes?
  15. Há alguma coisa que você não fez que você realmente gostaria de fazer? Por que não faz?
  16. Você está se segurando em algo que deveria ser solto, libertado?
  17. Você aperta o botão do elevador mais de uma vez? Você realmente acha que ele vai chegar mais rápido?
  18. Você preferiria ser um gênio preocupado ou um alegre simplista?
  19. Você sempre foi o tipo de amigo que você gostaria de ter como amigo?
  20. Qual a sua maior gratidão? Por que?
  21. Você preferiria perder toda a sua memória até hoje ou nunca poder ter novas?
  22. É possível saber a verdade antes de primeiramente confrontá-la?
  23. O seu maior medo já se tornou verdade alguma vez?
  24. Você se lembra daquilo que lhe deixou muito triste há 5 anos atrás? Isto é importante agora?
  25. Quando na sua vida você se sentiu mais apaixonado(a) e vivo(a)?
  26. Se não agora então quando?
  27. Se você não conquistou o que você quer até agora, o que tem a perder?
  28. É possível saber, sem sombra de dúvida, o que é bom e o que é mal?
  29. Se você ganhasse 10 milhões de Reais, você deixaria seu emprego?
  30. Você gostaria de ter menos trabalho para fazer ou mais trabalho daquilo que realmente gosta de fazer?
  31. Você se sente como já tivesse vivido este dia cem vezes antes?
  32. Se você soubesse que todos que conhece morreriam amanhã, quem você visitaria hoje?
  33. Qual a diferença entre estar vivo e viver?
  34. Quando é a hora de parar de calcular riscos e recompensas e simplesmente fazer o que é certo?
  35. Se nós aprendemos com nossos erros, por que sempre temos medo de cometer um erro?
  36. O que você faria de forma diferente se soubesse que ninguém o julgaria por isso?
  37. Quando foi a última vez que você notou o som da sua respiração?
  38. O que você ama? Suas ações expressam esse amor?
  39. Daqui 5 anos você se lembrará do que fez ontem? E antes-de-ontem? E o dia anterior?
  40. Decisões estão sendo tomadas neste exato momento. O ponto é: Você as está tomando por si mesmo ou está deixando que outros tomem por você?


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Este texto foi originalmente publicado no site Marc and Angel Hack Life.
Tradução e adaptação por Viva mais verde!



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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Simples sim!



Nunca me prendi a termos rebuscados, palavras tiradas de dicionários para dar um ar mais cult à minha escrita. Sempre parti da simplicidade em escrever, pois assim penso que posso chegar a todas as camadas de intelectos, me fazendo entender, colocando o mínimo de coesão para que o leitor veja o início, o meio e o fim.

Admiro quem sabe usar as palavras com maestria sem perder a simplicidade. Luis Fernando Veríssimo faz muito bem esse ofício. Se minha criatividade e leveza chegarem pelo menos à sola dos pés dele, já me dou por satisfeito. E olha que isso não é querer pouco não, viu!

Nunca precisei de opiniões alheias para influenciar na forma de me expressar aqui. Somos influenciáveis quando nos interessa, quando nos convém. As vezes até por fraqueza, mas a decisão e responsabilidade é sempre nossa em se deixar levar. Eu gosto do meu jeito simples aqui. Por mais inteligente que você seja, leitor, é irritante e fadigante ler algum artigo onde é necessário usar o Aurélio periodicamente para poder entender o que o autor quis mostrar.

Talvez você pense "esse cara gosta mesmo de falar de si". Falo! O que é conveniente, claro, porque cada um de nós, figuradamente, é como se fosse um livro, um texto, um artigo, um editorial, um roteiro, uma história. Cabe a cada um colocar as partes boas ou ruins para fora, dividí-las para os outros - caso queriam. Se passar/compartilhar experiências/opiniões pessoais não é uma forma de comunicação, de aprendizado, então para que conversamos, trocamos idéias ou experiências, senão as da nossa própria vida? Gosto de escrever como se estivesse conversando diretamente com você - é você mesmo que está lendo! Não sou nenhum inatingível que escreve de forma distante, com se fosse um texto técnico ou apenas informativo - ou mesmo para criar uma imagem de "o cara". Posso até ter um gosto diferenciado, aprimorado para algumas coisas, mas usar complexidade aqui nos textos, não mesmo!

Não sou cientista, nem político, nem crítico especializado. Falo de cotidiano, de música, de experiências minhas, alheias, assuntos curiosos ou intressantes. Ainda não sou pago para escrever, então do jeito que está pra mim tá bom.


Claro que não vou ficar dizendo o que faço ou o que não faço, pois aqui não é um diário. Expor opiniões, experiências pessoais ou gerais pra mim é valido sim. Quando canso do gênero, alterno para outro [é só fuçar o histórico de postagens, minha gente!].

Enfim...

As vezes um pequeno brilho em meus olhos causa certo incômodo a quem precisa de colírio para se igualar.




"Não sou nada, não tenho nada, mas na simplicidade do meu nada, posso oferecer tudo."




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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Interprete


A interpretação de um texto é muito peculiar para quem o lê. As vezes colocamos palavras de uma forma pessoal ou geral, que seja, mas sempre teremos uma opinião diversa, positiva ou não, convergente ou imatura. Esse é o propósito de quem escreve na internet: gerar discussão.

Gosto do ponto de vista saudável de cada comentário, tosco ou inteligente, pois vejo que minha opinião as vezes pode influenciar ou desagradar a qualquer ser com o mínimo de percepção que perde ou ganha seu tempo dedicando uns minutinhos para ler minhas singelas e simplórias escritas.

Não foi à toa que criei esse blog. Não encaro de modo único e exclusivamente pessoal, embora muitas coisas escritas aqui são parte do que sou e penso. Mesmo escrevendo sobre assuntos gerais, a minha opiião está sempre aqui, de uma forma ou de outra, até porque quem está redigindo sou eu. Mesmo postanto algum artigo interessante, o faço por pensar igual ou similar ao que divulgo.

Cada semana escrevo o que me vem à cabeça, seja algo que me incomode, que me intrigue, me encante ou me irrite. Não sou jornalista, apesar de que respeito muito a classe, mas não entrei nesse mundo porque não seria valorizado [principalmente financeiramente] pelo que penso que poderia pensar.


Aos blogueiros, tenho todo o respeito possível, dentro de um limiar que tange a coerência e o bom senso. Critico? Sim! Tenho todo o direito expor o que não me agrada. Elogio? Claro, quando penso que seja necessário. Estou puto da vida com algo? Problema meu! Se não puder escrever mesmo que seja um desabafo, não teria esse blog. Se escrevo bem ou mal, sou eu quem tem que decidir, uma vez que não tenho nenhum chefe de redação para ditar se preciso melhorar, cortar ou acrescentar. Senão tudo isso, pra que a democracia que tanto pregam?

Erro sim, por que não? Assim me faço mais observador.

Para quem não gosta de leitura simples, ou para quem reclama que minha criatividade é baixa ou fraca, só me resta sugerir que procurem algo que o agrade. Aqui é o meu espaço. Eu sou o dono dele.



[]'s

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