Mostrando postagens com marcador leitura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador leitura. Mostrar todas as postagens

domingo, 15 de julho de 2018

Nico (ato 1)




Nicolau, ou Nico como todos chamavam, tinha cinco anos quando percebeu que a vida poderia ter mais significados do que brincar. Ele viu que a vida era uma festa. Sempre que podia, mesmo ainda jovem, participava das celebrações familiares frequentes e com muita alegria ele se divertia ao modo dele. Com o passar do tempo, isso virou rotina, pois se sentia muito à vontade, já que essas festas eram quase sempre realizadas na casa de seus pais. O público era composto quase sempre por familiares, embora que alguns amigos agregados pareciam mais próximos que muitos parentes. Isso pra ele não tinha problema, sempre se relacionou bem com todos, mesmo ainda muito jovem. Talvez pela tenra idade, ele não se lembra dos preparativos, muito menos do início das festividades, mas em sua memória sempre estavam os sorridos e gargalhadas animadas dos presentes. E o fato de ser muito jovem, nunca permaneceu até o final da festa, uma vez que uma madrugada pra ele era longa demais e ele caia no sono quando a exaustão chegava em seu corpo por ter aproveitado o melhor da festa brincando, comendo e, claro, dançando.

O tempo era algo que passava devagar para Nico, seja em casa brincando, seja nas festas se divertindo. Era algo mágico, que o levava para outro plano, onde não existiam broncas, castigos ou expressões fechadas por algum ato não autorizado feito por ele. Havia uma liberdade em que só se permitia sorrir.

Continua...


.

.

.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

O Hobbit e suas sensações




Quem me conhece sabe que sou fã das obras do escritor John Ronald Reuel Tolkien e que a trilogia O Senhor dos Anéis é um dos meus filmes favoritos, sem esquecer do livro. Deixando a demagogia de lado, é sim uma história mítica, mágica e envolvente, com riqueza de detalhes que o diretor soube (e as vezes até exagerou um pouco) retratar da forma como Tolkien descrevia nos livros. Sim, o escritor detalhava até os jardins de Isengard em um dos capítulos do livro. Mas o que vem ao caso é a história em si.

Como já perdi as contas das leituras e das vezes que assistiu a trilogia O Senhor dos Anéis e mesmo os 2 primeiros filmes de O Hobbit, pra quem é fã, é sempre uma visão diferente a cada leitura ou visualização. As observações críticas vão ficando mais suaves e mesmo quando me deparei em algumas falhas, elas são irrelevantes, e muitas delas foram explicadas nos dvds de extras da trilogia passada.

A sensação que tive ao ver os créditos subindo e ouvindo a música The Last Goodbye (interpretada pelo ator Billy Boyd, o "Pippin") no filme “O Hobbit – A Batalha dos Cinco Exércitos” fiquei por alguns minutos refletindo sobre tudo: filme, história, mensagens, lições, erros, acertos, enfim... É como se eu tivesse me despedindo de algo que de certa forma foi meu. Sim, meu como fã. Quem é fã se acha um pouco “dono” da história, pois viveu de perto como leitor/expectador toda a aventura, torcendo, rindo, com raiva... e principalmente se emocionando. Sim, são histórias de lutas, de superações, mas com cargas dramáticas bem elaboradas tão bem nos livros, que Peter Jackson soube fazer nossos olhos marejarem várias vezes em seus filmes.

Tecnicamente falando, a produção se esmerou tanto em deixar essa trilogia atual o mais perfeito possível (HD, 3D, etc) que em certas horas parecia mais um vídeo game de última geração do que um filme épico (principalmente a segunda parte:  O Hobbit – A Desolação de Smaug). As batalhas no terceiro filme são envolventes, com algumas pausas que nos fazem respirar e as vezes até perder a respiração. Porém em boa parte achei mais do mesmo – sem grandes surpresas, mesmo já sabendo da história. E olha que nos livros “O Hobbit” e “ O Senhor dos Anéis” elas são contadas com riqueza de detalhes. O diretor cometeu algumas falhas durante a sequência (não vou falar quais - adivinhem vocês), mas que no geral conseguem passar quase que despercebidas. Quase.

Não vim aqui defender com unhas e dentes os livros e os filmes. Vim aqui dizer que, se você gosta de histórias que falam de compromisso, amizade, lealdade, amor, compaixão e também de inveja, ganância e outros males, assista as trilogias com um olhar mais apurado, vivendo a fantasia, mas observando as mensagens que Tolkien deixava subentendidas.

Terra Média, pra mim, é um mundo paralelo que existiu sim. Tolkien trouxe pra nós em forma de palavras e Peter Jackson as transformou em imagens. Vale ler cada página e assistir cada minuto dessa história.

"Eu não direi não chorem, porque afinal nem todas as lágrimas são ruins."
 — Gandalf (O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei)

 

.
.
.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Cremar ou não?



Me diga você: Por que enterrar tanta gente no mundo, uma vez que o corpo vai apodrecer e se desintegrar? Culturalmente isso é ridículo! Já não basta o sofrimento de perder o ente querido e ainda enterrá-lo embaixo da terra só para servir de alimento aos microorganismos? Por que não cremá-los?

Gente, quando morremos, nosso corpo só tem uma utilidade, doação dos órgãos que estão em bom estado, salvando quem precisa. No mais, tudo apodrece e fica insuportavelmente fedido. Ôh, troço pra feder é a carne humana em decomposição. Só um louco vai achar que o morto vai "descansar em paz" dentro de um caixão lacrado a "7 palmos" abaixo do solo.  

Convenhamos. Hoje não podemos nem mais morrer, pois os custos de um funeral estão pela hora da morte (rsrsrs... sem trocadilhos, por favor). Pior pra quem fica vivo, que tem que arcar com as despesas. Antes as autoridades governistas colocassem como alternativa para a família escolher como sepultar o corpo, os cemitérios não estariam superlotados. Eu, por exemplo, gostaria de ser cremado, mas aqui no novo oeste (deixo o velho oeste p'ros gringos) do Brasil não temos essa alternativa. Também não venham com piadinhas de me colocar na churrasqueira! ¬¬. 

Posso estar levando para um lado irônico e bem humorado, porém o assunto é sério. Há poucos crematórios no Brasil - e o custo é alto, bem alto. Vocês devem me achar meio insano, mas vejam pelo lado prático da coisa. Quem quer ser comido pelos vermes, que seja! Eu, se puder, quero ser cremado. E nada de guardar cinzas, pois meu espírito/energia estará bem longe daqui - assim espero.

.

.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Social? Onde?


Por que que as colunas sociais não fazem realmente o seu devido papel?

Quando esse "apenso" surgiu nos jornais no século passado (não pesquisei quando) a finalidade da coisa era divulgar pessoas que participam ou fazem algo para com a sociedade, como as caridades, eventos beneficentes, campanhas de ajuda, ou seja, filantropia mesmo.

Hoje o que vemos é um desfile de pseudo-celebridades nos grandes jornais e pseudo-socialites nas cidades menores brigando pra aparecer para mostrar a roupa, ou a jóia, já que as obrigações de cunho social ficaram esquecidas na gaveta da despensa.

Aqui em Rio Branco (AC) é notório isso. Certos(as) colunistas usam uma página inteira de jornal como se fosse um fotoblog, um orkut ou sei-lá-o-que para mostrar seus amigos, seus familiares nas mais diversas situações, desde a "inauguração" do quarto do bebê, até a formatura do sobrinho da fulana, sendo o formando o destaque da coluna [pergunto: e o que ele fez de bom para a sociedade? Depois vem outra cicrana publicar as fotos da viagem de férias na europa! [bela filantropia ¬¬] Isso virou diário pessoal, como se fosse a Caras, Quem ou Contigo de fundo de quintal.

Gente! Acorda meu povo... chega de pérgola da piscina, de cachecol de 3 metros que beltrana usou em Bariloche, de petit comité com fondue de cholocate no frio[?] amazônio.

Não quero fazer campanha pra nada. Só estou mostrando minha indignidade com os jornais locais que, além de repetirem todo o texto da assessoria de imprensa do Governo do Estado, ainda deixam uma página inteira para essas baboseiras para pessoas que somente querem aparecer, como se elas fossem melhores que os outros - pois todos sabemos que no vaso sanitário elas são iguais a qualquer outra.


Tá, parei.


[]'s

.


.


.


terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Voltando...



De volta pra vida, de volta pra senzala [trabalho]... e de volta para o mundo virtual.
Sabe... esses dias de folga me fizeram ficar mais pensativo do que o normal [!]. Precisei rever alguns valores e me tornar menos intolerante, uma vez que isso não é tão fácil assim.




Vamos às letras...


Tenho lido alguns blogs Brasil afora... alguns camaradas, atrativos, outros desconhecidos para mim. E tenho visto um pouco de impaciência. Não digo de irritação corriqueira, mas de indiganção por parte de tudo o que nos rodeia, sejam amigos, familiares, trabalho, governo, sociedade em si, enfim... muitas coisas que nos atrapalham a vida por não aceitamos tais situações.

Vejo também que os blogs estão crescendo para todos os lados. Muitos deles com conteúdos interesantíssimos, alguns informativos, outros divertidos, outros bem pessoais, sem falar nos que criam um personagem para não se exporem tanto. Eu tinha medo disso quando criei esse blog, mas hoje vejo que "se expressar" na blogosfera tornou-se comum e, caso alguém venha a tentar me fazer mal aqui, vai perder seu tempo, pois acredito muito na lei da ação e reação [se bem e a reação é como a justiça, ou seja, acaba tardando um pouco].

Detalhe: muitos blogs tornaram-se referência em informação, pois acabaram sendo mais inteligentes, rápidos e muito mais criativos que muitos jornais por aí.

Me considero um louco sociável, pois se não me enquadrasse direitinho não teria bons amigos reais e virtuais - os blogs que me acolheram, etc... Mas não é de mim que quero falar. Voltando às leituras, vejo sites onde paira o bom senso conveniente que agrada a gregos e troianos - o certinho que enjoa. Vejo outros que enfrentam o medo expondo-se de cara limpa ou expondo o seu pseudo-personagem para criarem debates e saudáveis discussões, que seja. Vejo belos poemas, belas fotos, o cotidiano, também vejo vez ou outra algum fantástico mundo de bob por aí! rsrsrs... ok ok... é bom sair da rotina as vezes. Mas sem sair do bom senso!

Não vou colocar dicas de sites, nem de livros. O gosto em si é muito pessoal, muito peculiar. Só sugiro que você leia, desde gibis da Turma da Mônica, passando pelos jornais de circulação nacional, até uma boa tarde numa livraria folheando, lendo orelhas de livros que podem tornar-se uma futura e bem vinda aquisição. Atualize-se. Não falo só de saber o que acontece no momento. Falo de leitura geral. Tem muita coisa interessante tanto no presente, quanto no passado da humanindade. Sexo, comportamento, história, tecnologia... é só escolher.

Uma pessoa inteligente é sempre bem vinda - todos sabem disso.
Se não gosta de escrever, leia pelo menos.
Leitura, informação: o mundo ta aqui na sua frente, seja no monitor do seu pc/notebook, na livraria mais próxima, na banca de revista...


Até a próxima leitura!



[]'s

.

.

.