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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Juventude Preguiçosa




Como essa juventude de hoje está completamente alheia às situações ao seu redor. Não se vê cultura, entretenimento de qualidade, busca por conhecimento, luta por direitos. Poucos assistem de braços cruzados esperando que alguém faça, pois eles mesmos não querem se comprometer para não sujar a imagem.

Tá, também já fui adolescente. Tinha pouca maturidade, mas já discernia das coisas, da política, do mundo em geral. Claro, nunca fui um "levantador de bandeira", mas fiz minha parte quando necessário, desde a ilícita, mas produtiva boca-de-urna (quando achava que os ideais políticos eram válidos ¬¬) até pintar a cara na época do "Fora-Collor". Gostava, sim, das bobagens da minha época, mas me policiava para ter o mínimo de conhecimento e cultura e não ser taxado de "mais um aborrescente".

M
as veja bem. Não é porque hoje em dia ser corrupto, ops, político é ser normal. Nada disso. Nós, contribuintes e pagadores de impostos, temos todo o direito de reclamar, de pedir esclarecimentos, de exigir que nossos representantes trabalhem, façam por onde representar o povo, que deveria ser verdadeiro ofício de cada parlamentar. ¬¬

Voltando aos jovens, vejo hoje que o descaso da grande maioria é um caminho sem volta. Baladas, álcool, drogas, internet, academia, culto ao corpo, sexo, promiscuidade, inércia em frente ao televisor, compra de diploma em faculdade particular... entre outras tantas coisas e nenhuma responsabilidade.

Torço para que os poucos adolescente, jovens e jovens-adultos que utilizam do divertimento apenas como complemento para desestressar, espairecer, que utilizam do conhecimento para crescimento próprio e que pensam que podem fazer o diferencial, PLEASE!, que não percam a esperança e sigam em frente.

Supérfluo é bom, sim, concordo. Mas viver para isso e só disso, não!

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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Opção pra hoje?


Observando a noite brasileira num contexto geral e resumido, a conclusão é bem previsível: só não se diverte que não quer - ou quando está sem grana.

Agora nem sempre diversão significa bebedeira e qualquer barulho que alguns dizem chamar de música. Do barzinho mais intimista às raves mais loucas, há um equilíbrio que pode ser encontrado, mediante observação de alguns critérios: qualidade do ambiente, atendimento, serviço prestado e valores acessíveis. Claro que um grupo seleto de bem-nascidos pode escolher o que melhor agradar ao bolso. Mas com eu sou parte da maioria, tenho que tentar ser seletivo para não cair na mesmice dos lugares que estão na moda.


Mesmo assim não tem como escapar e vez ou outra somos levados à lugares assim, geralmente porque os descolados estão lá, gente bonita, aparentemente bem vestida - prefiro não entrar nesse quesito - e muita muvuca. Agora, de que adianta todo esse siribolo [movimentação], se o som - as vezes ao vivo - está alto demais - a gente tem que conversar aos gritos, o garçon nunca olha para nossa mesa, entre outras coisas nada agradáveis que ocorrem em locais de muito movimento.


Aí você pensa e já me dando aquela multa: Por que esse babaca não fica em casa? Eu respondo com outra pergunta: Por que os locais não procuram melhorar seus serviços, incluíndo o principal: atendimento!


Nas casas noturnas não se pode escolher muito. Salvo as toplines que oferecem salas ou camarotes reservados, onde o conforto e a privacidade fazem com que a noite seja mais agradável, sem ter que ficar esbarrando em gente suada ou inconvenientemente bêbada. Enfim...


Em alguns grandes centros segue uma nova proposta de barzinhos com temáticas variadas. São lugares menores, aconchegantes - ainda assim com uma certa aglomeração, decoração que vai do despojado ao moderno, drinks da moda mesclado com alguns clássicos e som diferenciado, que vai do trash, passando pelo cult, indo parar nos hits mais atuais da cena eletrônica, onde deejays residentes compartilham o som com deejays convidados, ou há pequenas apresentações de cantores/bandas ou humoristas [pockets shows], e por aí vai...


É uma das opções que faltam na cidade onde moro. Mas sou brasileiro e tento não desistir.

Agora a escolha é sua! Eu só dei uma sugestão, pois balada é uma palavra que pode ter inúmeros significados.

E de uma coisa eu tenho certeza: Você vai sempre escolher a balada que cabe no seu bolso.


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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Qualquer um se acha! ¬¬


Mão no botão, pose pra foto!

Infelizmente vou pedir para vocês olharem essa imagens. Claro, depois de lerem o texto antes e deixarem um comentário, please! Aí sim, você vem e CLICA AQUI !

Ninguém merece!


Assim a classe fica completamente desvalorizada. Hoje, qualquer um que tiver 2 mil reais no bolso faz um curso e sái "didjei" batendo no peito dizendo que sabe tudo!
Há... há... há...
Vamos ver!

Os quinze minutos de fama realmente funcionam... mas o ofício, a pesquisa, o dom, a qualidade do repertório, o diferencial, o gosto e o respeito pelo trabalho são realmente para poucos.

E tenho dito!


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