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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Cotidiano...



Sem a gente perceber, a vida nos prega cada surpresa.... como uma reviravolta de montanha russa. Idas e vinda, encontros e desencontros, amores, decepções, amizades que a gente achava que o tempo tivesse levado embora...

Mas não, quando menos esperamos, as coisas aparecem na noss frente pra dizer "ei, você é importante, você é querido!" Mesmo com todos os defeitos possíveis, as qualidades ainda conseguem superar essa falhas e sigo como um mortal que no fundo se acha diferente dos outros. E por que não achar isso? Se eu me deixar cair na mesmice não me tornarei único.

É difícil? E como... só que a batalha é diária para quem quer ser/fazer diferente.

Embora não tenha a maturidade para compreender certas situações, sempre tento agir com o coração e utilizando da razão para não cometer nenhum ato incoerente. Mas o que seria das regras se não fossem as exceções? Taí, algumas coisas ainda me surpreendem, mesmo tendo visto de tudo um pouco nesta jornada. 

Há pessoas tão importantes em nossas vidas que só nos damos conta quando passamos por alguma provação, algum teste onde a nossa consciência começa a trabalhar de fato para entender que na simplicidade de pequenas atitudes é que estão aos significados realmente importantes. Clichê? Que seja. Não importa.

Experiências à parte, mesmo com todas as dificuldades do dia-a-dia, vejo que cada amanhecer me reserva uma surpresa, um desafio, seja no campo profissional, no afetivo ou mesmo no cotidiano rotineiro.

Que seja bom, que seja inesquecível, que seja pra melhor. Sempre!
Sejam bem vindas, pessoas do bem que me querem bem.
Sejam bem vindos os que sempre estão de alguma forma por perto - real ou virtualmente.
Seja bem vindo você que leu esse texto.



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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Redes Sociais, Trabalho e Eleições 2010



As redes sociais hoje são responsáveis por nos darem rapidez sobre tudo o que acontece no mundo, ainda mais em época de eleições como agora. Claro, devemos sempre apurar o que se divulga, pois nem tudo é aceitável. Essas redes sociais, populares mundo afora, no Brasil acabam atrasando (dizem) e prejudicando no rendimento durante a jornada diária de trabalho. Será? Em alguns casos, não.

Bom senso, produtividade e maturidade para saber encaixar uma fugidinha, uns 5, 10 minutos de ‘relaxamento’ para fuçar a vida social própria e dos contatos adicionados não faz mal a ninguém, uma vez que não substitua as 8 horas de trabalho, não vejo mal nisso.

O grande sucesso do momento é o vicioso Twitter. Pessoas comuns, celebridades e pseudos, artistas, jornalistas, blogueiros, músicos, enfim... uma grande número de pessoas de todos os tipos e classes sociais aderiram ao passarinho azul. Mas por que esse sucesso todo? A ‘proximidade’ que o Twitter traz os artistas às pessoas comuns é tamanha que, em certos casos, há uma interatividade saudável, mesmo uma crítica ou uma palavra mais incômoda, o que muitos levam numa boa e não enfrentam grandes estresses, por terem sempre cuidado ao expor o que fazem/pensam em 140 caracteres.

Mas essa interação tem um preço. Em campanhas eleitorais, muitos candidatos “te seguem” ou “te adicionam”, interagindo – ou não – com você. Eles querem/precisam ser vistos. E, como ocorre a cada dois anos, após o dia da eleição, eles vêm, agradecem e depois somem como quase sempre fizeram e acabam se tornando praticamente inacessíveis. Isso é fato.

O que me incomoda é que: seguimos, aceitamos os convites... às vezes somos obrigados a ler suas postagens. Porém eles só interagem quando é conveniente.

Como bom utilizador das redes sociais, não chego a ser viciado a ponto de depender delas. Claro, as elas nos ajudam a manter contato com pessoas distantes, ou mesmo em nossa cidade, mas por termos vidas corridas, o contato pessoal torna-se difícil, assim como fazer novas amizades e contatos que possam entrar num campo profissional.

Tento ser eu mesmo sem me expor ao extremo, pois embora tenham pessoas muito bacanas nesses locais, sempre há um grupo que não tem nada a perder e vai agir de má fé para prejudicar quem quer que seja, por inveja, desdém ou por maldade mesmo.

Se sua empresa bloqueia o acesso às redes sociais, paciência. Nem todas as gerências têm a visão de que uma boa dosagem de mídia pode beneficiar a elas mesmas e desestressar seus funcionários. Mas repito: o bom senso é sempre a melhor opção na hora de navegar por elas. Controle seu tempo. Afinal, os 15 minutinhos do cafezinho também servem pra isso.

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domingo, 12 de setembro de 2010

E assim vou...



Quando paro para pensar um pouco nas atitudes que tenho tomado ao longo da minha vida, vejo o quanto errei por agir instintivamente e o quanto acertei em agir racionalmente. Mas será que o coerente é ser/agir assim? Sei lá. Dizem que agir com o coração é sempre o certo. De fato, em determinadas situações eu até concordo, mas o tal "bom senso' que culturalmente/socialmente fomos obrigados condicionados desde a infancia nem sempre é o que realmente queríamos ser/fazer. 

Muitas vezes acho que algumas atitudes me fizeram uma pessoa mais fechada para comportamentos que anos atrás eu teria tido/agido por falta de vivência. Aí vem a questão: melhor se arrepender de ter feito? Por quê? Já pensei que isso fosse uma desculpa para as consequências da minha vida. Hoje tento pensar que 'me arrepender de não ter feito' pode ser um caminho não tão ruim de seguir. 

Cada um de nós tem uma essência única, embora tenhamos comportamentos muito similares com pessoas que pensam de alguma forma parecida com a minha. Mas me arrependo sim, de ter magoado pessoas e ter criado falsas esperanças a elas de tentar ser uma pessoas que eu não fui. Mesmo fazendo essa auto-crítica, tenho que levar em conta os lados positivos de decisões tomadas. Sim, fiz pessoas felizes. Sim, posso fazer pessoas próximas de mim felizes. Não é medo de tentar, mas lá vem o "bom senso" em não querer ficar "ruim na fita". Esses lados extremos em que tento conviver as vezes embaralham minha mente, pois de um lado vem o diabinho dizendo "faça, viva intensamente", enquanto do outro lado o anjinho diz "tenha calma, pense bem no que vai fazer". 

Sei que posso parecer frio agindo de alguma forma, mas é o diabinho me dando a chance de saber como é que seria. Mas não sou tão mal a ponto de não me sentir culpado por ter feito algo ruim, pois o anjinho me deixou bem claro o que eu estava fazendo.
Não é um ato de confissão sobre uma coisa só, mas sim pela vida que tive e até hoje sigo. 
Queria (e quero) sim, fazer diferente, ser eu mesmo, embora nem sempre eu consiga ser. Só sei que a cada dia eu aprendo um pouco para tentar ser menos egoísta e entender melhor as diferenças que encontramos a cada dia e em tudo o que passo. Só que não sou de ferro e muito menos calculista a ponto de agir com tudo milimetricamente planejado. 

Queria poder ser mais, só que minha perna não é tão comprida para que o passo seja mais longo ou mais rápido. Aceitar isso não é fácil, porém cair na taxação de 'coitado', também nem pensar. No fundo eu sei que sou diferente, mesmo dizendo com convicção que sou normal como qualquer outra pessoa. Mas se não me sentisse diferente, eu estaria vivendo "no automático" como muitas pessoas que não têm a coragem de dizer sim e não na vida. Se elas vivem assim, o problema não é meu.

Ê, cabecinha difícil! 

E assim vou vivendo. E assim vou tentando...

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sábado, 4 de setembro de 2010

Σεπτέμβριος

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Quando entrar setembro e a boa nova andar nos campos
 
Quero ver brotar o perdão onde a gente plantou 

Juntos outra vez
 
Já sonhamos juntos 

Semeando as canções no vento
 
Quero ver crescer nossa voz no que falta sonhar
 
Já choramos muito

Muitos se perderam no caminho
 
Mesmo assim não custa inventar uma nova canção que venha nos trazer
 
Sol de primavera 

Abre as janelas do meu peito
 
A lição sabemos de cor
 
Só nos resta aprender...

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Beto Guedes - Sol de Primavera





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