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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Talvez?





Talvez eu tenha sonhado muito em querer ser um pouco mais normal.

Mas o que seria esse 'normal'?

Quem sabe ser lembrado naquela foto, ou para aquele sorvete no final da tarde, ou quem sabe para aquele passeio descompromissado à noite, sentar no parque e conversar sobre a vida, com a desculpa de estar perto pelo simples prazer de querer estar perto.

Eu sinto falta de ser lembrado, não por que eu tinha algo a oferecer, mas por eu ser mais importante do que o que eu possa oferecer. Eu estou cansado. Também não corro atrás de migalhas. Se for para me contentar com pouco, prefiro a reclusão.

Talvez eu tenha sonhado muito em querer ser um pouco mais normal.

Eu não vou me embriagar para fazer parte do grupo, não vou gastar o que não tenho para ser aceito, e nem vou colocar uma máscara de "pop" para fazer o teatro do garoto bacana.

Tanta futilidade, tanta pobreza de espírito, tantas momentos efêmeros que deixaram de ter valor. Por nada.

Sonhos perdidos por medos alheios. 
Desejos reprimidos pelo medo do desconhecido.
Vontades adiadas por não ter sido escolhido.

Talvez eu tenha sonhado muito em querer ser um pouco mais normal.

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domingo, 1 de abril de 2012

Você tem medo de quê?





O medo de alguns muitas vezes impede a felicidade de outros...
 

Na verdade, todos são carentes, mas têm medo de arriscar. Daí usam a arrogância para mostrar insatisfação e desdém, quando no fundo queriam ter os mesmos momentos felizes, deixando de expectadores dos momentos dos outros para se tornarem protagonistas de suas próprias vidas. 

Mas ainda continuam com medo..

Querem o corpo perfeito, o olhar sedutor, o sexo inesquecível...
E continuam dormindo sozinhos, tendo o travesseiro como seu confidente e absorvente de lágrimas.


Quando quero eu arrisco sim, por que não?


Não existe "o grande amor da sua vida". Para mim existem amores e recordações.
Posso sim amar quantas vezes eu quiser, pois cada amor terá sua valia, sua importância, sua intensidade. Expor seus sentimentos é arriscar-se a expor seu eu verdadeiro.


Enquanto o 'amor' não reaparece em forma física, com aquele olhar que me desperte um completo desejo somado ao friozinho no estômago, mas que não necessariamente tenha o corpo perfeito, eu vou me divertindo sozinho ou com as companhias que me são agradáveis nos momentos que eu me permitir, seja qual for a situação feliz, sejam quais forem as companhias.

Até porque encotramos a felicidade também na companhia de amigos. 

...né?
Então...


Se você tem medo, continue na sua vidinha virtual, invejando os que são felizes e não têm receio de demonstrar isso.


Tudo é uma questão de escolha. 
Mas não se precipite, apenas sinta o momento certo.

Quando será? 

Você vai saber.

Só quem se arrisca é livre!


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