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terça-feira, 30 de setembro de 2008

vanità * - vanité * - vanity *

Curioso (<-<- adoro essa palavra) como somos vaidosos.

Não falo da vaidade de se vestir bem, de ter um sapato legal, um relógio moderno...
Vaidade em si de ser notado, pelo que quer que seja... dentro do que queremos, é claro (e cômodo). Eu, por exemplo, gosto quando vejo que há comentários neste blog porque daí tenho a certeza de que está sendo lido, apreciado, acompanhado, etc.

Uma pessoa gosta de ser elogiada por alguma coisa que ela fez/faz para chamar a atenção, seja por um andar charmoso, seja por algum acessório, um bom texto publicado, uma música bem interpretada, enfim... 'n' coisas que podem encher o ego dela.

A vaidade está aí, na exposição à outrem e à espera da resposta.


Mesmo os reclusos são vaidosos. Pois a vaidade deles está em ser low profile.

Somos escravos do consumo, somos reféns da vaidade. Mesmo porque o espelho tá aí, pra nos dizer se a roupa está legal, se o cabelo está arrumado (ou cuidadosamente desarrumado, como é o meu caso) como ditam as tendências globalizadas. Não adianta fugir, porque ela já nos engoliu.



O nosso processo de evolução é tão lento que tropeçamos em pequenos buracos que nos alertam pra realidade. Não adianta querer não depender de nada, pois não temos grau suficientemente elevado para sermos totalmente independentes.

À propósito...
Quem não quer isso, quem não quer aquilo?
Quem não queria ser isso, ou ser aquilo?
Quem não queria ter isso ou aquilo?


Pra não responder, prefiro ficar calado e me recolher na minha [in]significante vaidade!


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fim de setembro



*vanità - vanité - vanity = "vaidade" em italiano, francês e inglês, respectivamente.

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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

2 e 1/2



Pensando bem em tudo o que a gente vê, vivencia, ouve e pensa
Não existe uma pessoa certa pra gente.
Existe uma pessoa que, se você for parar pra pensar
É, na verdade, a pessoa errada.
Porque a pessoa certa faz tudo certinho, chega na hora certa,
Fala as coisas certas, faz as coisas certas,
Mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas.
Aí é a hora de procurar a pessoa errada.
A pessoa errada te faz perder a cabeça, fazer loucuras
Perder a hora, morrer de amor
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar
Que é pra na hora que vocês se encontrarem,
A entrega ser muito mais verdadeira
A pessoa errada, é na verdade,
Aquilo que a gente chama de pessoa certa
Essa pessoa vai te fazer chorar,
Mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas
Essa pessoa vai tirar seu sono,
Mas vai te dar em troca uma noite de amor inesquecível
Essa pessoa talvez te magoe
E depois te enche de mimos pedindo seu perdão
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado,
Mas vai estar 100% da vida dela esperando você
Vai estar o tempo todo pensando em você.
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo
Porque a vida não é certa
Nada aqui é certo
O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento, cada segundo
Amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo,
querendo,conseguindo...
E só assim é possível chegar àquele momento do dia em que a
gente diz: "Graças à Deus deu tudo certo"
Quando na verdade, tudo o que ele quer é que a gente encontre a pessoa errada
Pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito pra gente...


A Pessoa Errada
(Luis Fernando Veríssimo)





terça-feira, 16 de setembro de 2008

Cada um dá o que tem...


Quando as coisas acontecem em nossa vida, o ditado popular diz que "não é por acaso". Pois bem... Mesmo retomando um blog onde eu falaria um pouco de tudo (e é o que eu tento), estou tentando não me prender muito em clichês... rsrs


Folheando um livro de pensamentos, vi a seguinte frase: "Nascemos príncipes. A educação nos torna sapos." Poderia até trabalhar nessa frase, mas o texto ficaria muito longo, e nem todos que aqui frequentam têm vontade de encarar um editorial. rsrsrs
[lá vou eu de novo rindo no final do parágrafo]


O que quero dizer é que, quando somos jovens, crianças mesmo, somos de certa forma puros de sentimentos e puro de pensamentos. O novo nos encanta a cada dia. Mas quando somos direcionados a tal comportamento, a tal maneira de falar, de comer, de se expressar, de se vestir, entramos num conceito que acham ser o certo durante muito tempo, muitas gerações. Poucas crianças têm a maturidade da flexibilidade para depois mostrarem e serem realmente o que querem, sem as birras e esperneios corriqueiros de uma criança mimada. A educação nos torna sapos porque somos direcionados de acordo com a vontade dela. Se não nos encaixamos no perfil proposto, somos marginalizados. Será que ser príncipe seria a saída? Hoje em dia, nao mesmo. Somos maus por natureza, somos julgadores e preconceituosos por criação, somos teimosos e falsos colaboradores.

O mundo, as relações sempre foram de interesses. Não me aproximo de uma pessoa simplesmente pelo acaso. Se me interessou, em algo ela pode se útil. Falo de todos os interesses, não só os financeiros como pensaram - sejam eles de pura amizade, estudo, negócios, trabalho, sexo ou sei lá o que. Tudo tem uma troca. Todos fazemos, mesmo sem esperamos algo, mas no fundo queremos ser recompensados, seja pelo que for (de bom, claro). Até porque cada um dá o que tem, ou seja, se somos hipócritas, recebemos hipocrisia. Não sou pessimista com o mundo, mas caminhamos para um individualismo onde o cada um por si será a lei suprema.

Outro dia li um texto interessante sobre "cada um na sua ilha"... daí vi que esse caminho individual que estamos é real. Percebi que estou inserido nisso quando estava dentro de um ônibus com meu fone de ouvido, escutando uma boa música num volume ensurdecedor para não ser importunado por quem quer que seja ou mesmo para não ouvir o povo que adora conversar falando alto e não se importa com as pessoas que estão na sua querendo um pouco de paz nesse mundo tão louco.

Na verdade, somos todos carentes e temos medo de pedir/exigir isso. Gostamos de colo, de carinho, de atenção... temos medo de pedir e de fazer também. A lei da ação e reação está pra todos. Aí vem a velha desculpa que nos persegue e que na real tem cabimento: corremos tanto contra o tempo que muitas vezes esquecemos de nós mesmos.

Sou um príncipe querendo ser sapo e um sapo querendo ser príncipe.

Cada um dá o que tem: pelo menos eu tento ser bom. Individual, mas bom.

Ai ai... rs

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Até a próxima loucura!

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Certezas Incertas

Hoje quero falar pouco, apenas colocar em questão "básica"... o que nos motiva a viver?

É complicado responder, pois muitos vão dizer as mesmas respostas, o trivial [blagh!]. Deus não é razão de viver, idealismo também não - sejamos realistas. Somos escravos do consumismo, mas não vivo por uma cança jeans. Eu não, mas tem gente que morreria por uma. rsrsrsrs.......
Procurar uma razão de viver é o mesmo que tentar entender como nós surgimos. Não vou entrar no assunto do "surgimento do mundo, dos seres vivos", pois não quero ser taxado de louco com minhas idéias e teorias darwinistas - o que muitos discordam.

Enfim...

Todos sabemos que os "amigos são a família que a gente escolhe". E a nossa família biológica é aquela que somos destinados a aguentar o resto da vida. Ouvi dizer há muito tempo e faço questão de falar a quem quiser ou não ouvir: "Família é uma fábrica de loucos!". Daí você pensa, minha família é minha razão de viver? Pra quem é pai, mãe (não pertenço a esse quesito paternidade), até entenderia. Mas sei lá, é tão complexo entender porque nos esforçamos tanto por tão pouco, trabalhamos 30/35 anos, pagando impostos, ganhando o que não seria o adequado, etc e tal... para depois, já cansados, com uma idade (digamos) mais avançada tentar "aproveitar a vida" [?]. Pra quem nasceu em berço de ouro ou teve a sorte de crescer profissionalmente e financeiramente, pode se dar ao luxo de aproveitar mais a vida antes da velhice.

E quem disse que dinheiro não traz felicidade, é porque não encontrou o endereço da loja. Dinheiro traz conforto sim, traz boa saúde, boa alimentação, boas roupas, boas viagens, bons restaurantes, boas bebidas, boas festas... e bons amigos, quando bem escolhidos, é claro. Esse papo de que dinheiro não é tudo, ah, fala sério! Se o mundo não fosse capitalista, até poderia pensar de outra forma, mas se nao fosse o suado dinheiro que ganho para me manter vivo, quem é que pagaria minhas contas, me daria um teto, comida e roupa lavada? Não vamos ser hipócritas e dizer que a elevaçao espiritual é a que nos traz benefícios. Orações e afins podem até trazer paz de espírito momentâneas, mas com certeza elas não cobrem o cheque especial [!]. Pois é... nem o dinheiro pode ser nossa razão de viver, mas que ele faz parte da nossa vida, isso faz.

O que me motiva, ou o que me consola e conforta é saber que tenho pessoas próximas que se preocupam comigo, que jamais me negariam um favor, uma ajuda e que posso mesmo contar com elas, se necessário. Família... bem... prefiro não comentar. Sei que poucos e bons vão estar do meu lado. Pelo menos eu espero.

Em suma, tenhos meus motivos para estar vivo, tenho as pessoas que gosto de estar junto e que me fazem querer estar. Tenho meus sonhos que ainda navegam pela mente em busca da tão esperada realização. Se isso for razão de viver, eu ainda tenho muito que aproveitar/experimentar/conhecer.



E você, sua razão de viver é banal ou é excepcional?
Sem crenças, por favor!


Até a próxima!


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terça-feira, 9 de setembro de 2008

Panelinha Feia



Não é de hoje que existem grupos sobre determinados nichos. O ser humano necessita fazer parte de um grupo. Um grupo onde ele possa ser aceito, onde ele possa relaxar, até se estressar, também interagir, falar e ouvir... ou seja, fazer parte mesmo. Existem grupos religiosos, grupos políticos, de ateus, de "loucos", de "sábios", enfim... até os que preferem se isolar são parte de um grupo, mesmo que não interajam.

O grupo dos deejays não fica de fora, porém acho que não pode ser classificado como um grupo em si. Em um grupo há uma certa coerência, respeito e preocupação com o todo. Antes fosse assim entre [todos] os deejays. Mas como ninguém é perfeito...

Eu penso que um dos "medos" de um deejay (ruim) é ser substituído por outro (que seja melhor). Sei disso por experiência própria. Não que eu me ache "o tal", mas sei que sou capaz e tenho meu valor, minhas qualidades. Digo isso pelo simples fato de algumas portas não (ou melhor, nunca!) se abrirem para mim. Não digo isso por frustração, mas sim pela decepção de não ser reconhecido pelo que faço e gosto de fazer.

Numa cidade como Rio Branco (Acre) não é de se esperar muito. O "novo" aqui gera bloqueio, medo, receio. O bom (música) é esmagado pelo comercial (lixo). Então como se pode mostrar um trabalho bom, com material diferenciado, se o povo está acostumado com lixo e se recusa a experimentar o que pode ser legal?

Pois é... consequência de uma cidade pequena com gente de mente pequena.


Os deejays aqui em sua grande maioria têm medo de perder o pouco espaço que ocupam. Penso que há espaço para todos. Só que a maioria deles pensam como os políticos, ou seja, o que é meu é meu, o resto é resto... ou seja, o resto que se f***.

Puro egoísmo.


Mas estou aí, lutando no escuro, me reciclando, procurando estar sempre de bem comigo mesmo, pois rancor é para quem não tem maturidade de entender que a hora certa ainda virá.

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"Just take a chance on me".

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segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Nostalgia...





Sabe o que acontece quando a gente vai adiando, adiando, adiando...? O tempo passa, as oportunidades acontecem e você fica parado "vendo a banda [de música eletrônica] passar"!
Pois é... estou querendo criar vergonha da cara (rsrs) e voltar a postar um pouco sobre tudo o que penso ou o que posso vir a pensar.... eita! lá vem bomba! Espero que não... o prometido não era falar sobre música!? Então... claro que vou falar, ou melhor, escrever... mas quero abrir espaço também para assuntos bons, que é o que mais tem por aí.


Tá certo que estou em débito mesmo.
Mas vamos lá...

Esse ano [2008] ta f.o.d.a. de música boa... mas nada vai ser tão bom quanto os anos 90...
Sim os anos 90... período cheio de novidades... o início da modernização da dance music... a criação de novos efeitos, de novos gêneros e sub-gêneros, a avalanche de hits, a descoberta de grandes vozes, enfim... um mundo cheio de opções para todos os gostos.

Clássicos [hoje chamados assim] dos anos 90 viraram verdadeiros hits atemporais. Tanto que muitos deles até hoje são tocados ou remixados em versões atualíssimas para agradar ao gosto da atual geração que frequenta os clubs Brasil afora. Grove Is In The Heart [Deee Lite], Mr Vain [Culture Beat], Get Ready For This [2 Unlimited], The Rhythm of The Night [Corona] e Missing [EBTG] estão, com certeza, na lista dos hits mundiais da década de 90. Cada um no seu estilo [disco, techno, euro, italo-house e house], esses produtores souberam captar o que poderia ser novo, envolvente e, com certeza, influenciar gerações que aproveitaram essa época.

Eu gosto de música boa... mas nem sempre a "boa música" pra mim é boa pra você... mas se você se identifica com o que escrevo, fique por aqui e aguarde mais posts. Quem sabe você não se surpreende!


Top 20 - Sessão Nostalgia [anos 90]:

Deee Lite - Groove Is In The Heart [Album Mix]
Culture Beat - Mr Vain [Decent Mix]
2 Unlimited - Get Ready For This [Rap Version]
Corona - The Rhythm Of The Night [Ice Mc Remix]
Everything But The Girl - Missing [Todd Terry Club Mix]

Lee Marrow - To Go Crazy [Extended Version]
Magic Marmalade - Let's Dance [Extended Version]
Plus Staples - We Got To Be [Club Mix]
L.A. Style - I'm Having O/Si Nene [Extended Version]
Double You - Run To Me [Extended Version]

Dj Dero - Do The Rave Stomp [Album Mix]
Alice Deejay - Better Off Alone [Original Mix]
Whitney Houston - It's Not Right, But It's Ok [Thunderpuss 2000 Remix]
Masterboy - Everybody Needs Somebody [Italo Version]
Sound Factory - Understand This Groove [Dub Mix]

Dj Bobo - Everybody [Reggaetown Remix]
Rozalla - Are You Ready To Fly [12'' Extended Mix]
TH Express - Missing in The Rain [Club Mix]
No Mercy - Where Do You Go [Ocean Drive Mix]
Gala - Let A Boy Cry [Full Mix]


Até a próxima!

Let the music play !


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