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sexta-feira, 11 de junho de 2010

Lay Out




Experimentando...

Ainda faltam alguns pequenos ajustes.
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E aí?

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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Eu queria mesmo era...




É constrangedor para um blogueiro estar com a idéia na cabeça e não saber passar da forma que gostaria. Sei que não sou lá um bom escritor e nem uso de artifícios linguísticos rebuscados ou muito menos de colocar alguns termos  mais difíceis para criar uma imagem de intelectual porque não sou. Penso que uma boa escrita, com clareza e de fácil interpretação já está de bom tamanho.

Enrolações à parte, hoje eu queria mesmo era estar bem longe...

Sabe, fazer uma viagem sem rumo, pegar um carro, de preferência uma caminhonete, e sair estrada afora, levando o necessário numa mala ou mochila e descobrindo lugares, pessoas, culturas diferentes... e por que não interessantes?

Com certeza eu seria um pouco mais feliz.

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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Simples sim!



Nunca me prendi a termos rebuscados, palavras tiradas de dicionários para dar um ar mais cult à minha escrita. Sempre parti da simplicidade em escrever, pois assim penso que posso chegar a todas as camadas de intelectos, me fazendo entender, colocando o mínimo de coesão para que o leitor veja o início, o meio e o fim.

Admiro quem sabe usar as palavras com maestria sem perder a simplicidade. Luis Fernando Veríssimo faz muito bem esse ofício. Se minha criatividade e leveza chegarem pelo menos à sola dos pés dele, já me dou por satisfeito. E olha que isso não é querer pouco não, viu!

Nunca precisei de opiniões alheias para influenciar na forma de me expressar aqui. Somos influenciáveis quando nos interessa, quando nos convém. As vezes até por fraqueza, mas a decisão e responsabilidade é sempre nossa em se deixar levar. Eu gosto do meu jeito simples aqui. Por mais inteligente que você seja, leitor, é irritante e fadigante ler algum artigo onde é necessário usar o Aurélio periodicamente para poder entender o que o autor quis mostrar.

Talvez você pense "esse cara gosta mesmo de falar de si". Falo! O que é conveniente, claro, porque cada um de nós, figuradamente, é como se fosse um livro, um texto, um artigo, um editorial, um roteiro, uma história. Cabe a cada um colocar as partes boas ou ruins para fora, dividí-las para os outros - caso queriam. Se passar/compartilhar experiências/opiniões pessoais não é uma forma de comunicação, de aprendizado, então para que conversamos, trocamos idéias ou experiências, senão as da nossa própria vida? Gosto de escrever como se estivesse conversando diretamente com você - é você mesmo que está lendo! Não sou nenhum inatingível que escreve de forma distante, com se fosse um texto técnico ou apenas informativo - ou mesmo para criar uma imagem de "o cara". Posso até ter um gosto diferenciado, aprimorado para algumas coisas, mas usar complexidade aqui nos textos, não mesmo!

Não sou cientista, nem político, nem crítico especializado. Falo de cotidiano, de música, de experiências minhas, alheias, assuntos curiosos ou intressantes. Ainda não sou pago para escrever, então do jeito que está pra mim tá bom.


Claro que não vou ficar dizendo o que faço ou o que não faço, pois aqui não é um diário. Expor opiniões, experiências pessoais ou gerais pra mim é valido sim. Quando canso do gênero, alterno para outro [é só fuçar o histórico de postagens, minha gente!].

Enfim...

As vezes um pequeno brilho em meus olhos causa certo incômodo a quem precisa de colírio para se igualar.




"Não sou nada, não tenho nada, mas na simplicidade do meu nada, posso oferecer tudo."




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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Interprete


A interpretação de um texto é muito peculiar para quem o lê. As vezes colocamos palavras de uma forma pessoal ou geral, que seja, mas sempre teremos uma opinião diversa, positiva ou não, convergente ou imatura. Esse é o propósito de quem escreve na internet: gerar discussão.

Gosto do ponto de vista saudável de cada comentário, tosco ou inteligente, pois vejo que minha opinião as vezes pode influenciar ou desagradar a qualquer ser com o mínimo de percepção que perde ou ganha seu tempo dedicando uns minutinhos para ler minhas singelas e simplórias escritas.

Não foi à toa que criei esse blog. Não encaro de modo único e exclusivamente pessoal, embora muitas coisas escritas aqui são parte do que sou e penso. Mesmo escrevendo sobre assuntos gerais, a minha opiião está sempre aqui, de uma forma ou de outra, até porque quem está redigindo sou eu. Mesmo postanto algum artigo interessante, o faço por pensar igual ou similar ao que divulgo.

Cada semana escrevo o que me vem à cabeça, seja algo que me incomode, que me intrigue, me encante ou me irrite. Não sou jornalista, apesar de que respeito muito a classe, mas não entrei nesse mundo porque não seria valorizado [principalmente financeiramente] pelo que penso que poderia pensar.


Aos blogueiros, tenho todo o respeito possível, dentro de um limiar que tange a coerência e o bom senso. Critico? Sim! Tenho todo o direito expor o que não me agrada. Elogio? Claro, quando penso que seja necessário. Estou puto da vida com algo? Problema meu! Se não puder escrever mesmo que seja um desabafo, não teria esse blog. Se escrevo bem ou mal, sou eu quem tem que decidir, uma vez que não tenho nenhum chefe de redação para ditar se preciso melhorar, cortar ou acrescentar. Senão tudo isso, pra que a democracia que tanto pregam?

Erro sim, por que não? Assim me faço mais observador.

Para quem não gosta de leitura simples, ou para quem reclama que minha criatividade é baixa ou fraca, só me resta sugerir que procurem algo que o agrade. Aqui é o meu espaço. Eu sou o dono dele.



[]'s

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segunda-feira, 11 de maio de 2009

Respondendo...




Eu participo eventualmente do Yahoo Respostas, mas nem sempre há perguntas interessantes para responder, pois os internautas estão ficando cada vez mais burros, o que deveria ser o contrário. ¬¬

O colunista de música do Yahoo, Regis Tadeu, colocou um texto sobre como conhecer a música eletrônica num campo mais sofisticado... logo depois deixou uma pergunta no Yahoo Respostas... eis aqui minha opinião e resposta (dentre outras tantas feitas por internautas) para a pergunta feita por ele:

"A música eletrônica é uma enganação ou uma forma musical criativa? DJ é músico ou não?

"Música eletrônica não é a sensação do momento e dj tbm não é só pra "botar o disco pra rodar"... Pra ser um dj hoje em dia, vc tem que conhecer sobre música, programação musical, gêneros e subgêneros da dance music, entender de teoria musical [compasso, arranjos, tons, velocidade], etc..

O dj hoje não é só a figura escondida atrás da cabine de som.

A música eletrônica também não é uma enganação... pra quem quer e gosta de ouvir, há gêneros para todos os gostos e dj's idem. É uma forma criativa sim, pois se você [dj] pensa que é fácil executar os programas sound forge, reason, sonar ou acid, então você não passa de um reles operador de som, trocando as músicas no final de cada faixa, usando o recurso "wah" pra abafar o som e ninguém notar a merda que foi a pseudo-mixagem. Infelizmente a grande massa se intitula deejay, achando que tocar músicas de FM são o que há. Sem falar no set list durante as baladas...

Tá bom, parei!"


[]'s

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quarta-feira, 8 de abril de 2009

Na quarta!



Buenos dias...

Agradecendo aos mais de 3200 visitantes... convido a todos divulgando também mais uma opção de leitura descontraída, discursiva ou apenas para passatempo...

"Oh My Girls!" veio de uma idéia de um blogueiro muito criativo que convidou alguns outros blogueiros Brasil afora para exporem suas idéias, ou seja, abrir espaço para mais um campo de textos variados.

Sintam-se à vontade para navegar net afora e descobrirem que existem muitas cabeças pensantes, fora do contexto "jornalista formado" e que podem sim fazer muita diferença.

Pra vocês, boa quarta feira, meu dia de postagem no Oh My Girls!
Conheça também os demais participantes do blog... eles têm coisas boas pra mostrar!


[]'s

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